Administrar uma cidade em tempos de crise é um dos principais focos do evento, abordando o primeiro ano de mandato, planejamento, perspectivas e riscos
Nesta quinta, 7, São Paulo está sediando o II Congresso de Gestão Municipal, realizado pelo Instituto Paulista de Gestão Municipal (IPGM), na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo.
O evento reúne especialistas de diferentes áreas do conhecimento –economia, finanças, administração, direito, entre outras – para abordar de maneira prática e didática diversos assuntos relacionados à rotina das administrações municipais.
Na programação, estão previstos temas como: precatórios municipais, contratos administrativos, PPP’s em serviços municipais, finanças públicas, responsabilidade de prefeitos, questões eleitorais, terceirização de mão de obra, Tribunais de Contas, casos de sucesso na administração, e soluções para as gestões municipais em período de crise.
“O êxtase da vitória eleitoral que sente um político quando eleito gestor público de uma cidade frequentemente se soma à preocupação de conduzir com sucesso o município pelos próximos quatro anos. A missão é árdua. Até os mais experientes gestores podem fracassar na tarefa, ainda mais considerando a situação geral do cenário econômico e a descrença nos políticos que vivemos hoje no Brasil”, ressalta o advogado Marcelo Palavéri, especialista em Direito Municipal e presidente do IPGM.
O Congresso de Gestão Municipal foi idealizado para apontar dificuldades enfrentadas pelos administradores políticos e auxiliar na gestão para mandatos de sucesso. A primeira edição do evento aconteceu em 2016 abordando transições municipais. Neste ano, o IPGM discute o 1º ano de mandato: planejamento, perspectivas e risco.
“Nosso propósito é manter e aprimorar este canal de apoio e orientação aos que dirigem os municípios por meio da transmissão, pelo Congresso, de um conteúdo técnico eficiente, o que envolve prática e didática”, acrescenta Palavéri.
O II Congresso de Gestão Municipal é gratuito e indicado para prefeitos, vice-prefeitos, secretários municipais, procuradores, servidores municipais, vereadores e fornecedores.

