Material reciclável em imóvel no Jardim Alvorada pode conter foco dengue

Vizinhos reclamam que o imóvel localizado na rua João de Sousa, número 200, esquina com a rua João Pinheiro, no Jardim Alvorada, está com grande acúmulo de materiais recicláveis e possíveis focos de dengue. Segundo eles, havia um homem que recolhia e armazenava os materiais no local, porém “faz tempo que ele não aparece”.

De acordo com Secretaria Municipal de Saúde, de janeiro até o dia 25 de abril foram confirmados 714 casos de dengue na cidade, sem nenhum óbito até o momento. No ano passado, o município teve uma morte confirmada em decorrência da doença.

“Alguns recipientes servem de criadouro do mosquito Aedes aegypti e outras pragas; isso é muito grave”, disse um morador.

“Após muitas tentativas, via telefone e internet, não encontrei na rede municipal nenhum órgão que possa registrar essa denúncia, bem como tomar as devidas providências”, reclamou ele.

Ainda segundo ele, em contato com a Vigilância Sanitária, recebeu como resposta “que não há um canal de comunicação para esse tipo de reclamação” e que poderia tentar fazer a queixa presencialmente numa unidade do Fácil.

“Na semana passada, por meio do Portal Click, a Prefeitura anunciou o “Fórum Municipal Lixo Zero”, projeto plausível, mas que, infelizmente, não informar qual o canal para fazer a denúncia”, concluiu.

Resposta Prefeitura

Com relação ao questionamento do portal Click Guarulhos, a Secretaria de Saúde informou “que todas as denúncias sobre focos do Aedes aegypti devem ser formalizadas na Rede Fácil de atendimento ao cidadão, seja presencialmente, ou pela internet: www.guarulhos.sp.gov.br, acessando na parte inferior da tela o link Portal de Serviços e, na sequência: 1. Guia de Serviços, 2. Vigilância em Saúde, 3.Denúncia e Fiscalização e, por fim, 4. Criadouros do Mosquito Aedes aegypti.

A Secretaria de Saúde informa também que, no caso específico da rua João de Sousa, “enviará uma equipe ao local nos próximos dias, e que o controle do Aedes aegypti é realizado tanto pelos agentes do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) como pelos agentes das regiões de Saúde”.