O Brasil atravessou neste domingo, 3/5, uma triste marca: a dos 100 mil casos de covid-19, chegando a 101.147 casos confirmados, enquanto há alguns milhares de exames dependendo de resultados.
As mortes atribuídas ao vírus atingiram 7.025. Os casos recuperados sã 40.937 e os ativos, 53.185. Não têm sido atualizados os dados dos pacientes com maior gravidade. Os falecimentos representam 33 casos por milhão de habitantes, na média do País. Foram aplicados testes em 339 mil pessoas, o que equivale a menos de 1.600 por milhão. Os Estados Unidos, para comparação, já testaram 7 milhões de pessoas ou 27 mil por milhão. Os Emirados Árabes testaram 121 mil por milhão de habitantes.
O mundo todo soma hoje 3.558.836 casos confirmados, com 247.970 mortes. Os pacientes recuperados são 1.150.625 e os ativos, 2.160.241.
Os Estados Unidos, país mais atingido pela covid-19, chegou a 1.184.711 casos confirmados e 68 mil mortes atribuídas ao vírus. Nas últimas 24 horas, foram mais 1.045 mortes.
Novas drogas têm sido experimentadas e têm sido relatados alguns bons resultados. Nenhum até agora, porém, que possa ser aplicado em larga escala, com efeitos totalmente comprovados. Caso contrário, países como os EUA, onde boa parte desses estudos têm sido feitos, não teriam números ainda tão assustadores de mortes. Na Itália, de onde surgiram notícias apregoando a descoberta da cura da doença, graças a necropsias em dezenas de cadáveres, não estariam sendo acrescentadas, depois de atingido o pico do vírus por lá, 174 falecimentos de sábado para domingo. Falando ao Click Guarulhos em caráter reservado, um médico afirmou que não se sabe ao certo se as drogas que têm sido testadas terão salvado mais vidas do que as que foram encerradas devido aos efeitos colaterais que essas mesmas drogas podem ter causado.
Brasil passa de 100 mil casos e de 7 mil mortes por covid-19
Por Valdir Carleto
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