25 de junho é Dia Mundial do Vitiligo

 

Nesta quinta-feira, 25 de junho, é comemorado o Dia Mundial do Vitiligo. No Brasil, o Dia do Vitiligo foi criado pela Lei nº 5.477 de 10/07/17 para debater e esclarecer a população sobre a doença, buscando conscientizar a sociedade em relação ao preconceito contra a doença, que não é contagiosa.

O vitiligo é caracterizado pela perda da coloração da pele: manchas brancas formam-se devido à diminuição ou ausência de melanócitos (células responsáveis pela formação da melanina, pigmento que dá cor à pele) nos locais afetados, sendo as áreas mais comuns as mãos, pés, cotovelos, joelhos, face e genitais. Essas manchas não são contagiosas nem comprometem qualquer órgão interno, e podem ser desencadeadas por diversos fatores, entre eles o componente genético e as alterações e traumas emocionais.

Por não apresentar sintomas além da descoloração da pele, muitas pessoas não buscam ajuda rapidamente e a doença acaba avançando. Quanto mais cedo for iniciado o tratamento, a chance de evitar que as manchas fiquem resistentes é maior.

Segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), a doença afeta cerca de 1% da população mundial e 0,5% da população brasileira. Informe da entidade afirma que existem tratamentos capazes de controlar, melhorar e, dependendo do caso, até mesmo de curar a doença, mas exigem paciência e devem ser feitos por um procurar um médico especialista da SBD.

Pessoas com vitiligo precisam adotar cuidados necessários, principalmente proteger a pele do Sol, evitar roupas apertadas que provoquem atrito ou pressão sobre a pele e controlar o estresse. Esses fatores podem precipitar o aparecimento de novas lesões e acentuar as já existentes. A doença pode impactar significativamente na qualidade de vida e na autoestima do paciente.

Para saber mais sobre o vitiligo clique aqui.

A menina feita de nuvens

Maria Luiza é uma menina com poderes especiais. Ela é feita de nuvens. Nesta história sensível, ela conta de onde vem este segredo tão legal! Em linguagem figurada, a autora trata com sensibilidade e poesia sobre o vitiligo.

A autora, Tati Santos de Oliveira é designer gráfico, nascida em São Paulo e viveu muito tempo em Guarulhos; atualmente, reside em Peruíbe. Trabalha ilustrando e diagramando livros desde 2004. Há uns quatro anos, sua filha foi diagnosticada com vitiligo.

Tati começou, então, a pesquisar a respeito, já que gostaria de ajudar a conscientizar as pessoas quanto ao fato de que não é uma doença contagiosa, nem é algo sujo: que quem tem não precisa sentir vergonha e que as outras pessoas devem tratá-las com respeito e sem preconceito.

Como não encontrou algo no mundo literário nesse sentido, resolveu elaborar o livro “A menina feita de nuvens”, que trata do tema de uma forma lúdica e educativa.

O livro é indicado para crianças a partir de 3 anos. Está disponível no site www.estrela.com.br/livros-infantis-estrela-cultural/desenvolvimento

Para saber mais, acesse neste link o Instagram de Tati Santos de Oliveira sobre o livro e veja depoimentos de crianças e suas famílias.