Três partidos aderem à candidatura de Elói Pietá e um ex-candidato à de Guti

 

O PSOL, partido pelo qual Simone Carleto concorreu à Prefeitura, reuniu-se na quarta-feira, 18, para decidir a postura a tomar no segundo turno. Decidiu-se por apoiar o ex-prefeito Elói Pietá, explicando suas razões de ordem ideológica e programática em nota oficial.

O PV, do ex-prefeito Jovino Cândido, enviou nota à Imprensa, também apoiando Pietá, sob alegação de que o petista assumiu compromisso de colocar em prática o programa de governo defendido pelo Partido Verde.

Nesta quinta-feira, foi a vez do PDT, que teve Sandra Santos como candidata à Prefeitura, divulgar a decisão de cerrar fileiras com Pietá. Sabe-se, no entanto, que o apoio não é total. O vereador eleito Martello, por exemplo, é nitidamente a favor de Guti. O deputado Márcio Nakashima não se posicionou, embora venha mantendo tom crítico à atual gestão municipal.



Barreto com Guti


O vereador Eduardo Barreto, que foi candidato a prefeito pelo PROS, anunciou sua adesão à candidatura do prefeito Guti. Não é possível afirmar se o partido está com o prefeito, porque o PROS não lançou candidatos à Câmara. Prevalece a posição de Barreto.


Fran neutra por enquanto

Já a tucana Fran Corrêa havia ficado de anunciar nesta quinta-feira seu posicionamento, mas limitou-se a fazer uma postagem defendendo que os eleitores participem, lamentando que mais de 300 mil votos tenham ficado à parte do primeiro turno, incluindo as abstenções, votos em branco e nulos.



Alinhamento não é automático



Independentemente das alianças do segundo turno, o eleitor faz suas próprias escolhas. O fato de um partido ou candidato apoiar determinada candidatura não quer dizer que as pessoas com cujo apoio contaram no primeiro turno migrarão da mesma forma. O voto do eleitor é soberano. Os apoios visam sinalizar aos eleitores de cada grupo, ainda que se saiba que o alinhamento não é automático.