IDGT responde sobre a denúncia do Sindicato dos Médicos

 

A Organização Social IDGT (Instituto de Desenvolvimento de Gestão, Tecnologia e Pesquisa em Saúde e Assistência Social, que administra o Hospital Pimentas-Bonsucesso, divulgou nota respondendo às denúncias feitas nesta segunda-feira pelo Sindicato dos Médicos do Estado de SP:

Nota sobre matéria do Sindicato dos Médicos de São Paulo (Simesp)

O Hospital Municipal Pimentas Bonsucesso (HMPB), em Guarulhos (SP), administrado pelo IDGT, vem enfrentando dificuldades para a aquisição de alguns medicamentos, como a maioria dos hospitais, tendo em vista a alta demanda provocada pela Covid-19. Além disso, a procura fez os preços subirem, o que também complica a compra. Apesar das dificuldades, a diretoria tem trabalhado com todos os meios e o hospital vem sendo abastecido regularmente.

A afirmação feita pelo Simesp de que a morte de cinco pacientes nas últimas semanas está ligada a falta de medicamentos é genérica e não corresponde a verdade.

Médicos preceptores
Nenhum paciente ficará desassistido pela falta de médicos preceptores. Os que atuam na UTI já foram contratados e os da Clínica Médica estão em fase final de contratação, o que acontecerá antes de março.

(Nota da Redação: médicos preceptores são os responsáveis pela orientação dos médicos residentes; ou seja, são médicos experientes, responsáveis pelos recém-formados)

Monitores e cateteres
Não há falta de monitores de sinais vitais ou cateteres de diálise no HMPB.

Psiquiatria
O hospital trabalha hoje com oito leitos de psiquiatria. Além disso, há um setor de Observação Clínica destinado aos pacientes psiquiátricos que chegam no HMPB. O local segue as normas estabelecidas para um setor de psiquiatria e, em nenhum momento, qualquer direito humano foi violado. A afirmação de que pacientes permanecem “por dias” neste local aguardando a avaliação de um especialista também não corresponde a verdade. As avaliações são feitas diariamente.

Tomógrafo e Raio X
Quando o IDGT assumiu o hospital, o tomógrafo e o raio x estavam parados há quatro meses. O instituto realizou a manutenção, troca de peças e os aparelhos voltaram a funcionar. Desde o início da pandemia, o tomógrafo já fez mais de 570 mil cortes (imagens), o que causou, há cerca de três semanas, a necessidade de substituir a ampola. Normalmente, esta troca pode levar até 90 dias para acontecer, mas o aparelho deve voltar a ser usado sexta-feira, dia 26. Neste período, todos os pacientes que precisaram de tomografia foram atendidos.

O raio x está funcionando regularmente.

O IDGT e o Hospital Pimentas Bonsucesso estão à disposição para qualquer esclarecimento.