domingo, 28 novembro 2021
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Desemprego sobe para 14,7% no 1º trimestre e atinge recorde de 14,8 milhões de brasileiros

O desemprego no Brasil subiu para 14,7% no 1º trimestre de 2021, segundo divulgou nesta quinta-feira (27) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Já o número de desempregados bateu um novo recorde, chegando a 14,8, milhões de pessoas. “É a maior taxa e o maior contingente de desocupados de todos os trimestres da série histórica, iniciada em 2012”, informou o IBGE.

O contingente de pessoas subutilizadas no país chegou a 33,2 milhões e também atingiu o recorde da série.

Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad). No levantamento anterior, referente ao trimestre encerrado em fevereiro, a taxa de desemprego estava em 14,4%, atingindo 14,4 milhões de brasileiros – número recorde até então.

Veja outros destaques da pesquisa:

  • Em três meses, mais 880 mil pessoas desocupadas começaram a buscar trabalho.
  • População ocupada ficou estável, mas nível de ocupação reduziu e está abaixo de 50% desde o trimestre encerrado em maio de 2020.
  • Ocupação de empregados do setor privado e público sem carteira caiu e somente a categoria dos trabalhadores por conta própria cresceu.
  • Número de empregadores com CNPJ é o menor da série.
  • Informalidade fica estável (39,6%), com 34 milhões de pessoas.
  • Na comparação com o primeiro trimestre de 2020, sete grupos de atividade perderam pessoal ocupado, com crescimento somente na agricultura, pecuária, produção florestal.
  • Massa de rendimento real fica em R$ 212,5 bilhões.
Número de desempregados ao final do primeiro trimestre de 2021 é o maior desde 2012 — Foto: Economia/G1

Número de desempregados ao final do primeiro trimestre de 2021 é o maior desde 2012 — Foto: Economia/G1

Na véspera, o Ministério a Economia divulgou que a economia brasileira gerou 120.935 empregos com carteira assinada em abril, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Esse foi o menor saldo positivo mensal registrado em 2021.

Economistas avaliam que uma melhora mais consistente do mercado de trabalho só deverá ser observada no segundo semestre, mas ainda condicionada ao avanço da vacinação e uma recuperação mais firme do setor de serviços – o que mais emprega no país e o mais afetados pelas medidas de restrição para conter o avanço do coronavírus.

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