segunda-feira, 8 agosto 2022
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Neuropsicóloga explica qual a melhor idade para aplicar teste de QI em crianças

 

O quoeficiente de Inteligência, mais conhecido como QI, em sigla, é uma interpretação matemática que mostra o desempenho do indivíduo em testes de inteligência. Este método foi desenvolvido no início do século XX, e ficou conhecido como o método mais famoso para avaliar a inteligência de uma pessoa.

O teste surgiu a par da necessidade de um índice padronizado que pudesse expressar igualmente a habilidade cognitiva, ou seja, a capacidade de aquisição de conhecimento, para poder mapear as diferenças de desenvolvimento intelectual de crianças ao longo da infância.

De acordo com a Dra. Leninha Wagner, neuropsicóloga especialista no tratamento de diversos transtornos, a procura por testagem em crianças de tenra idade geralmente parte dos pais. Ela esclarece que existem testes padronizados e fidedignos para a avaliação dos pequenos a partir dos dois anos, ou até mesmo antes disso.

“Esses testes permitem medir as habilidades das crianças em diversas áreas de desenvolvimento, tais como: pessoal, social, adaptativo, motor, comunicação e cognitiva. Cabe aos pais e a escola, observar e entender o funcionamento dos filhos/estudantes, perceber o seu padrão e interesses intelectuais, a interação social, a rota cognitiva e o perfil emocional, comparando a criança com ela mesma em fases anteriores, para identificar a curva de desenvolvimento e os marcadores esperados dentro de cada etapa”, explica a neuropsicóloga.

Segundo Leninha, para a testagem apenas de QI, a idade mais indicada é o momento da alfabetização, que acontece sempre antes dos seis anos para crianças com QI elevado. Nessa idade, as crianças já estão aptas ao teste Wisc, no qual poderão passar por uma avaliação mais abrangente, responsável por identificar os pontos de maior e menor habilidade do funcionamento neuropsicológico.

A profissional ressalta que, se os pais perceberem nos seus filhos alguma discrepância, déficit ou alterações de comportamento que possam ser indicativos de superdotação, altas habilidades ou mesmo Transtorno do Espectro Austita (TEA) ou Transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH), é importante que a família procure um profissional da área, pois quanto mais cedo o diagnóstico, melhor o prognóstico.

Dra. Leninha Wagner, neuropsicóloga
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