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Vereador acusa prefeito de suborno e atira dinheiro pela janela da Câmara

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O vereador Sababá Filho (PCdoB), da cidade de Cândido Mendes, no Maranhão, na manhã desta sexta-feira, 4/8, anunciou que iria renunciar ao mandato. Porém, na sessão da Câmara, disse que não iria renunciar e apresentou uma mochila cheia de notas de dinheiro, no valor total de R$ 350 mil. Ele afirma que o dinheiro lhe foi entregue por um primo do prefeito da cidade, José Bonifácio Rocha de Jesus (PL). O Facinho, como o prefeito é conhecido, teria interesse na renúncia de Sababá para que um aliado assumisse em seu lugar.

Em seguida, o vereador foi à janela da Câmara e começou a atirar as cédulas para o povo que se aglomerava em frente ao prédio.

“Eu vou jogar pela janela aqui porque o que é do povo, dinheiro da saúde, dinheiro da educação, ele tem que ir para a mão do povo”, afirmou.

 

Disse que irá representar ao Ministério Público do Maranhão, pedindo a cassação de Facinho. Argumenta que o Legislativo não tiraria o mandato do prefeito, porque a maioria é aliado do chefe do Executivo.

O prefeito nega a acusação e informa que irá processar o vereador por calúnia e difamação. Reproduzimos nota oficial da Prefeitura de Cândido Mendes:

A Prefeitura Municipal de Cândido Mendes repudia veementemente os acontecimentos ocorridos na sessão da Câmara Municipal. É com indignação que nos deparamos com tais declarações, afirmando que teria recebido uma quantia exorbitante para renunciar ao seu mandato. Ressaltamos que a postura deste vereador em jogar cédulas de dinheiro pela janela, mesmo que em valor muito inferior ao alegado, é um ato irresponsável e desrespeitoso. Informamos que todas as medidas judiciais cabíveis serão tomadas para esclarecer a verdade e proteger a integridade do prefeito e de sua administração. Buscaremos a devida apuração dos fatos e a responsabilização dos envolvidos na propagação de informações inverídicas.”

A origem do dinheiro terá de ser investigada para se chegar à verdade. Se não foi o prefeito quem mandou o alto valor, quem o teria feito, afinal?

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