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Guarulhense é brasileiro pioneiro em órgão da Unesco voltado a patrimônio imaterial

O jornalista, gestor de política pública e curador artístico Diego Dionísio é o primeiro
brasileiro a se juntar à IOV – Organização Internacional de Folclore e Artes Populares, órgão consultivo da Unesco para salvaguardar o Patrimônio Imaterial do Mundo. Como membro da IOV, o folclorista terá acesso e participação em sete comissões: Juventude, Festivais e Práticas, Ciência e Pesquisa, Finanças, Projetos Especiais, Infância e Pedagogia, e Comunicação e Publicações.

A filiação de Dionísio deve-se a sua trajetória de quase 30 anos no mercado cultural e economia criativa, nos quais promoveu pesquisas na área da Cultura Popular. Pesquisador da Comissão Paulista
de Folclore, com premiações em vários projetos culturais, possui em seu acervo mais de 10 mil fotos de comunidades tradicionais e étnicas por todo o Brasil.

“Não andei só”

 

Dionísio atribui a sua filiação ao IOV também a sua resistência e persistência, mesmo diante de inúmeras dificuldades. “As pesquisas que realizei ao longo desses anos nunca foram apenas relações
acadêmicas, mas também relações de afeto. Para chegar até aqui, foram muitos anos. Mas não andei só, muito além do aspecto sagrado, que sempre esteve comigo, as pessoas que me acompanharam até aqui foram essenciais: professores, mestres de folias de reis e congada, benzedeiras, o povo
das festas populares de todo o Brasil e fora do país, das quais tive oportunidade de participar”, comemora o folclorista.

Quem é Diego Dionísio

Diego Dionísio é guarulhense e, como gestor de patrimônio imaterial e produtor cultural, esteve à frente de grandes festivais artísticos em São Paulo e Salvador, entre outros municípios e cidades brasileiras. No Bosque Maia, em Guarulhos, Dionísio produziu o “Arraiá Arte Na Rua”, em parceria com a Rede Globo, e as duas últimas edições do Arraial Guarulhos.

Nos últimos anos, intensificou a pesquisa em cultura popular com artistas guarulhenses, atuando na produção de eventos e montagens teatrais, cujas performances valorizam as histórias e os clássicos do cancioneiro das festas juninas, natalinas e regionais. Por meio da Lei Aldir Blanc, buscou a essência da tradicional Festa da Carpição, na região do Bonsucesso, onde estabeleceu relações com diferentes
manifestações da Cultura Popular por meio do projeto Carpição Ressignificação e Permanência, que contemplou os grupos participantes dos festejos com música, culinária e rodas de conversas.

Sobre a IOV

Fundada na Áustria em 1979, a Organização Internacional de Folclore e Artes Populares é uma organização não governamental, sem fins lucrativos. A Organização inclui professores, folcloristas, pesquisadores e profissionais, tanto amadores quanto profissionais, bem como instituições, museus e universidades.

Para preservar e divulgar a cultura popular, a IOV desenvolve diversas atividades, dentre as quais festivais, congressos, conferências, workshops, um universo de ações que se espalham por diversas regiões, localizadas em sete continentes: África do Sul, América, Ásia, Europa Leste, Europa Ocidental e Oriente Médio e Norte da África.

Para saber mais sobre a IOV, acesse https://iovbrasil.com.br/iov-mundial/.

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