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Pressão alta atinge 30 milhões de brasileiros e mortes aumentam 72% em 10 anos

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Hoje, 26/4, é Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial. Estudos comprovam que a alimentação e melhora dos hábitos diários podem prevenir e reverter casos de hipertensão.

Silenciosa, perigosa e sem cura, a hipertensão arterial, popularmente conhecida como pressão alta, tem matado mais brasileiros hoje do que há uma década. Em dez anos, quase 300 mil pessoas perderam a vida para a doença, que tem tratamento.

 

Segundo um relatório publicado pelo Ministério da Saúde, estima-se que 50% dos brasileiros com hipertensão (pressão alta) ainda não sabem que têm o problema, 30 milhões de brasileiros já foram diagnosticados e mortes aumentaram 72% em 10 anos.

A hipertensão arterial atinge 35% da população brasileira e é o principal fator de risco para doenças cardiovasculares, como infarto e AVC. Porém, metade desses pacientes não imaginam que são portadores da doença. Em muitos casos, os sintomas são silenciosos e as pessoas levam anos até descobrir o problema, e muitas vezes só descobrem quando algo mais grave acontece.

A hipertensão pode e deve ser tratada por meio de mudanças nos hábitos de vida, alimentação balanceada e, quando necessário, uso de medicamentos. 

Dados da doença

A taxa de mortalidade por hipertensão arterial no Brasil atingiu o maior valor dos últimos dez anos, com a ocorrência de 18,7 óbitos por 100 mil habitantes em seu último levantamento publicado pelo Ministério da Saúde.

O crescimento da taxa de mortalidade foi acentuado a partir de 2020, quando passou de 12,6 óbitos por 100 mil habitantes em 2019 para 17,8 em 2020. Entre 2011 e 2018, a taxa não ultrapassou 13 óbitos por 100 mil habitantes, ficando sempre entre 11,4 e 12,4. 

Segundo Tiago de Moraes Vicente, presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos e Biossimilares (PróGenéricos), quatro dos dez medicamentos mais vendidos no Brasil em 2023 estavam indicados para o tratamento de hipertensão arterial.

Embora também possa ter relação com fatores genéticos, o consumo de alimentos ricos em sal e a falta de exercícios físicos contribuem significativamente para o desenvolvimento e evolução da doença, assim como o tabagismo e o consumo de álcool. 

A ingestão frequente de determinados grupos de alimentos é capaz, inclusive, de reverter possíveis danos à saúde. Tanto que a maior indicação nutricional nos consultórios se dá por meio de reeducação alimentar.

“Sentimos grande impacto no crescimento do público com hipertensão ou prevenindo a questão genética. A indicação para uma alimentação saudável por meio de nutricionistas tem aumentado cada vez mais após os reflexos positivos que uma nova rotina alimentar pode proporcionar e reverter”, conta Edmar Mothé, CEO da Bio Mundo, rede de lojas de produtos naturais e nutrição esportiva.

Edmar ressalta algumas sugestões que auxiliam no tratamento e prevenção da hipertensão.  

“Sementes como linhaça, quinoa, chia e gergelim: esses grãos ajudam a reduzir o risco de infarto e AVC. Têm propriedades anti-inflamatórias, são fonte de magnésio, vitamina E, cálcio e flavonóides, atuam na redução do colesterol LDL, triglicerídeos e pressão arterial”, ressalta.

Além desses itens naturais, existem as opções suplementares que potencializam a alimentação, como é o caso do ômega 3 e a vitamina B12.

Vale salientar que o acompanhamento médico e nutricional é um importante aliado para uma vida saudável.

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