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O Brasil (quase) todo unido para ajudar o Rio Grande do Sul

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A tragédia que se abateu sobre o estado do Rio Grande do Sul, vítima de intensas chuvas em curto período de tempo, comoveu a população de todo o Brasil. Mesmo setores tipicamente vulneráveis e que geralmente precisam de ajuda, como as favelas, estão se mobilizando para arrecadar todo tipo de donativo para acudir as milhares de famílias desabrigadas no Sul do país.

A cada pouco chegam mais uma notícia de alguma empresa ou ONG informando que está reunindo donativos para encaminhar. Alguns exemplos:

 

A RodOil, distribuidora de combustíveis gaúcha, está doando gasolina para abastecer as embarcações, jet ski e barcos, que estão fazendo o resgate de pessoas afetadas pelas enchentes no Rio Grande do Sul. Inicialmente, 5 mil litros de gasolina foram distribuídos para a usina do Gasômetro, em Porto Alegre, para os resgates dos desabrigados da região das Ilhas, para Canoas e zona Norte da capital, e para as cidades de Rocca Sales, Muçum, Caxias do Sul e Arroio do Meio. A empresa prontificou-se a fornecer combustível para outros que estejam dependendo disso para prestar socorro às vítimas.

As entidades representativas do livro no Brasil — Câmara Brasileira do Livro (CBL), Associação Nacional de Livrarias (ANL), Associação Brasileira de Livros e Conteúdos Educacionais (Abrelivros), Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL) e Câmara Rio-Grandense do Livro — estão unindo forças para uma série de ações coordenadas de ajuda às vítimas das enchentes:

  1. Arrecadação de insumos básicos e de primeira necessidade para envio imediato às comunidades impactadas.
  2. Fase Dois: Levantamento de fundos e doações para apoiar as empresas do setor livreiro afetadas pelas enchentes, visando retomar suas atividades e preservar os empregos.
  3. Fase Três: Campanha para apoio à recomposição de acervos para as escolas e bibliotecas afetadas

A organização humanitária ONG Visão Mundial, que atua no Brasil há 48 anos e está presente em cerca de 100 países, atualizou o cenário de Resposta Nacional a Emergências para CAT II, devido à crise emergencial no Rio Grande do Sul. A ONG está se mobilizando junto a doações e setores privados para investir US$ 8 milhões, a fim de apoiar 70 mil famílias e 200 mil crianças com apoio psicossocial além de cestas básicas, água potável, colchões, kits de ternura – voltados exclusivamente para crianças, artigos de cama, kits de higiene e limpeza pessoal e familiar, entre outros itens para reconstruir e reabilitar suas vidas, como mobiliário  doméstico, eletrodomésticos e auxílio de renda para satisfazer necessidades urgentes, como a compra de medicamentos para os próximos meses.

Iniciativas locais

Agora mesmo, soubemos que uma carreta sairá de Guarulhos no sábado, transportando paletes de água mineral, insumo que está sendo imprescindível nas áreas atingidas. Já contam com fardos para 12 paletes e faltam 8 paletes para completar a carga. Doações de água podem ser entregues na rua Guaratuba, 533, Vila Flórida.

A Base Aérea de S.Paulo em Cumbica também está engajada para fazer o transporte de donativos para o Rio Grande do Sul. As doações podem ser entregues na avenida Monteiro Lobato, 6365, Portão G1, Cumbica.

A Associação de Rotarianos de Guarulhos ativou campanha para angariar doações, com postos de coleta espalhados pela cidade:

ROTARY – Associação dos Rotarianos de Guarulhos

  • Rua Soldado Anélio da Luz, 35. Bairro Ana Maria. CEP 07090-210
  • Dia e horário: seg a sexta das 8:00 às 17:00h (Sábado das 8:00 às 12:00h)
  • Ponto de referência: Próximo a Rua do Cano

Eniac – Centro Universitário de Excelência em Guarulhos

  • Rua: Força Pública, 89 – Centro, Guarulhos – SP, CEP 07012-030;
  • Horário: comercial;
  • Ponto de referência: Praça Quarto Centenário.

Roda Center

  • Avenida Monteiro lobato 859 Macedo
  • 11 2408-0055
  • Horário Comercial

Associação Das Seringueiras

  • Rua Seringueira,106. Parque das Seringueira-Guarulhos S/P. CEP 07190230;
  • Dia e horário: De seg a sáb das 09 às 16 h
  • Ponto de referência: Próximo a Fatec de Guarulhos.

Instituto Hiago

  • Rua Cardeal, 242. Jardim Valéria. Guarulhos-S/P CEP: 07l24-260;
  • Quinta e sexta das 10h às 16:00h
  • Ponto de referência: Supermercado Sonda

Instituto Betesda

  • Rua Julio Cesar Romano. 38. Jardim Angélica – Guarulhos-S/P. CEP:07260-370

Uma parte do Brasil trabalhando contra

Enquanto tanta gente está se mexendo para ajudar, enquanto há uma multidão de voluntários arriscando a vida para socorrer pessoas e animais que estão em perigo, há aproveitadores e canalhas de toda espécie, agindo para tirar proveito da situação. Bandidos estão praticando assaltos e saques, valendo-se do fato de as Polícias estarem empenhadas nas tarefas urgentes e descuidando-se momentaneamente da segurança. Alguns municípios gaúchos estão decretando situação de calamidade pública, sem que tenham sido atingidos diretamente pelas chuvas e pelas enchentes.

Influencers e políticos usam as redes sociais para espalhar mentiras, misturando questões partidárias e eleitorais com a tragédia que se abateu sobre o povo gaúcho. Ontem, autoridades do Rio Grande do Sul vieram a público para esclarecer que não é verdade que caminhões com doações estejam sendo impedidos de trafegar por falta de notas fiscais. Tiveram de desmentir também que aviões do Uruguai estivessem proibidos de pousar em solo brasileiro por questões legais. O governo federal propôs e o Senado e a Câmara dos Deputados rapidamente aprovaram aprovação do Estado de Calamidade Pública no Rio Grande do Sul, para facilitar o envio de verbas urgentes. Vários ministérios estão engajados em propiciar tudo o que for preciso para socorrer o povo gaúcho. Mas há quem se valha das mídias sociais para misturar dados e procurar dar a entender que nada estivesse sendo feito. Nem vou citar nomes, para não dar mais cartaz a essa gente que não tem o menor escrúpulo. Infelizmente, até pessoas de bom caráter, na ânsia de informar sobre supostos abusos ou erros que estivessem sendo cometidos por algumas autoridades, acabam compartilhando essas mentiras e gerando desinformação.

Há inúmeras maneiras para colaborar. Quem não pode ajudar financeiramente, mas dispõe de horas vagas, pode doar seu trabalho ao Fundo Social de Solidariedade do Estado de SP, por exemplo, que está pedindo trabalho voluntário. Quem não tiver nenhum jeito de contribuir, nem mesmo divulgando as boas campanhas que estão sendo feitas, colabore evitando distribuir notícias falsas.

O Brasil está dando exemplo de cidadania e de solidariedade. Se puder ajudar, ajude. Se não puder ajudar, não atrapalhe. O sofrimento de tantas pessoas já não é suficiente?

Valdir Carleto

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