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Reverenciando o nobre e divino João

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Texto encaminhado pelo internauta Jose Paulo Ferrari

Amanhã, 24 de junho, todos os segmentos cristãos haverão de reverenciar Aquele que foi o último dos profetas e o primeiro dos apóstolos. Sua obra, considerada a “semente” do cristianismo universal, representa a possibilidade da verdadeira conversão. Pois foi Ele, como um verdadeiro lavrador, que plantou no coração dos povos simples de sua região, os então chamados gentios, os germes que fizeram florescer a Grande e Universal Árvore do Perdão.
João, além de Maria, a mãe do Senhor, é o único, nesta tradição, que recebe celebração em seu nascimento e na sua morte.
Ele foi o elo de ligação. O ponto mais forte da transição de uma tradição para a outra. O grande anunciador que dedicou sua vida a conversão das almas e a entregou, em sacrifício, em nome de sua fé e de seu nobre ideal.
Viva São João… o Batizador!
Aquele que purificou pelas águas, reconhecendo que viria Aquele que batizaria pelo Fogo!… É, pois, até hoje o fogo – as fogueiras – dos simples terreiros dos quintais das casas do interior, entre os povos simples como ele mesmo idealizou, que reverenciam a Alma do Sublime Anunciador…!
Hoje, quando a noite chegar, muitos – nas pequenas vilas e cidades do interior – certamente estarão reverenciando, através das humildes fogueiras o Grande Profeta e Percursor do Cristianismo, o Amado João Batista, filho de Zacarias e Isabel, primo do Senhor!
A noite será aquecida pelas chamas das madeiras incandescentes. Para aqueles que tiverem ouvidos, seus estalidos lembrarão os ecos da forte voz que um dia também bradou no deserto da humanidade, conclamando às Almas a salvação, através do arrependimento e da dissolução dos vícios, na necessidade da incorporação e exaltação das virtudes, ou dons.
Muitos, entre os povos, cantarão e dançarão. E, até quentão irão tomar, como requer uma celebração no inverno. Mas, outros ainda irão orar em agradecimentos e as almas mais sensíveis se iluminarão na Luz da Esperança que João representa para a Humanidade. Pois, ele foi aquele que pregou a ética, falou das leis morais e exortou a crença em um único Criador, anunciando, assim, a vinda do Reparador. Ele, nesta noite fria, será lembrado e celebrado nas fogueiras que haverão de arder nos corações mais simples dos verdadeiros cristãos!

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