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Aplicativos polêmicos

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Por Tamiris Monteiro

Os aplicativos mudaram a vida das pessoas e, em meio a tantas novidades tecnológicas, é claro que não poderia deixar de existir as polêmicas. É bem verdade que a maioria dos apps é uma mão na roda nas tarefas do cotidiano, mas alguns acabaram destacando-se por ter uma finalidade duvidosa. Avaliação de ex-namorados, jogos bizarros e oferta de serviços ilegais são exemplos de temas que causaram grandes discussões entre os usuários e até não usuários. Confira a lista de aplicativos que deram o que falar nos últimos anos.

Snapchat

 

O Snapchat é um aplicativo de mensagens que tem como base principal o compartilhamento de imagens. O usuário pode tirar fotos, gravar vídeos e adicionar textos e desenhos às imagens, com a diferença de que tudo é excluído da conversa e do servidor. O tempo de cada snap (imagem publicada) é de 1 a 10 segundos, e após aberto, foto ou vídeo podem ser vistos apenas por um tempo determinado pelo internauta. Até aqui tudo bem, né? Mas a grande polêmica do aplicativo é que muitos usuários o utilizam para mandar nudes (fotos íntimas), e a empresa que desenvolveu o aplicativo já enfrentou acusações de não respeitar a privacidade das informações dos usuários e de divulgação de pornografia infantil, após hackers vazarem imagens e vídeos que, teoricamente, não mais deveriam existir, por causa da exclusão automática prometida. Hoje o Snapchat é apenas para maiores de idade e continua operando normalmente.

Lulu

Foi considerado o terror da ala masculina, porque suas configurações permitiam que mulheres avaliassem livremente homens com quem saíram, por meio de pontuação e comentários. Criado pela britânica Alexandra Chong, o aplicativo era exclusivo para o público feminino e nele era possível avaliar homens que fossem amigos no Facebook. O Lulu foi alvo de processos e retirado do ar em 2014. No entanto, o aplicativo foi reformulado e voltará aos smartphones com funcionalidades um pouco diferentes, como a permissão de que os homens o acessem para conferirem suas notas e até bater papo com mulheres que desejarem flertar.

Uber

Eis aqui mais um caso emblemático de aplicativo que ganhou a atenção da mídia e do poder público. O Uber oferece serviço de motoristas particulares com carros mais novos, a preços competitivos, e concorre diretamente com os taxistas, o que despertou a ira da classe, que até então não tinha concorrência. Outra questão entra em méritos trabalhistas, pois o aplicativo enfrenta denúncias de não respeitar os direitos dos motoristas. Também chegou a ser proibido na Índia após um motorista estuprar uma passageira. Em São Paulo, já foi proibido, depois voltou a funcionar. Ensaiou-se uma regulamentação, mas o novo serviço criado não agradou os operadores do Uber. A polêmica continua.

Who Is Happy

Acredite se quiser, mas o Who is Happy (Quem está feliz) é um aplicativo em que a pessoa pode fazer check-in para dizer onde está fumando maconha. E também para que os usuários possam identificar amigos que estejam fumando por perto. Para sinalizar a presença de alguém “feliz”, o “Who is Happy” mostra uma fumaça verde no lugar apontado pelo usuário. Para preservar a privacidade do internauta, a localização é feita com a precisão de um quilômetro. Os nomes de quem deu check-in, assim como a localização precisa, não são revelados. O criador do aplicativo é o brasileiro João Paulo Costa.

Secret

Em abril de 2015, a empresa criadora do aplicativo Secret encerrou seu serviço, depois de muitas polêmicas. Em pouco mais de um ano de vida, a plataforma conseguiu um público de 15 milhões de usuários em todo o mundo. A ideia do app era que as pessoas fizessem postagens anonimamente e também lessem outras postagens anônimas. No entanto, acabou sendo utilizado para discursos de ódio, preconceito e bullying. O fato de as pessoas publicarem o que bem entendiam, levantou uma discussão moral e ética em torno do Secret e por isso o aplicativo foi proibido em alguns estados e meses depois encerrado.

Rastreador de namorados

No ar desde agosto, o aplicativo tem gerado polêmica, porque seu nome descreve bem o serviço que presta. Ao ser instalado no smartphone de uma pessoa, pode ser configurado para enviar dados sobre toda a atividade daquele dispositivo para outro celular. É possível ver cópias de mensagens e registro de chamadas, além de transmitir localização. O aplicativo foi retirado da loja do Google, mas ainda pode ser encontrado na internet.

Polêmicos, mas do bem

Se existem os malfeitores do mundo dos aplicativos, há também aqueles que são polêmicos, mas são do bem. É o caso do Waze e Tinder. O primeiro é um aplicativo de trânsito e navegação, e foi uma invenção e tanto para os motoristas, porque o app compartilha informações das vias em tempo real, dando ao usuário opções de caminhos que otimizam o tempo da chegada e informações como acidentes ou veículos parados. Já o Tinder é uma ferramenta voltada para relacionamentos, desenvolvida para que as pessoas se conheçam e batam papo de forma prática. Resumidamente, é uma boa alternativa para quem quer encontrar alguém por perto, com interesses em comum.

Veja mais sobre Instagram: além do retrato

 

Artigo retirado originalmente da Revista Guarulhos – Edição 105

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