A Polícia Civil de São Paulo divulgou na tarde desta segunda-feira (30) o retrato falado do suspeito de estuprar uma professora, de 48 anos, no estacionamento da Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Dama Entre os Rios Verdes. O crime aconteceu no sábado (28), na Vila Curuçá, zona leste da capital paulista. A unidade estava aberta por causa reposição de aulas aos alunos devido a greves.
O caso é investigado pelo 67º Distrito Policial (Jardim Robru) e as equipes trabalham para prender o autor. Qualquer informação sobre o paradeiro do suspeito pode ser enviada ao Disque-Denúncia (181), ao WebDenúncia ou à Polícia Civil.
“Ele puxou a calça e disse: ‘Ou você faz o que eu quero ou levo você com o carro'”, contou a professora à polícia, sobre como o criminoso agiu antes de estupra-la, dentro do veículo dela, no estacionamento da escola onde ela trabalha.
Segundo a Polícia Civil, o estuprador, fazendo menção de que estava armado, entrou na escola, abordou a professora, anunciou um assalto, a levou para o carro e a estuprou, a ameaçando de morte antes de fugir.
Investigadores buscam imagens de câmeras de segurança para tentar identificar o criminoso.
“Eu estava coma porta aberta, né? Eu estava fumando, ai ele empurrou a porta e pediu que eu abaixasse o banco do passageiro, falando que era um assalto”, disse a mulher.
Estuprador

Segundo a vítima, o estuprador tem pele negra, cerca de 1,60m, e estava usando blusa verde e calça azul, com listra branca.
Após o estupro, o agressor se identificou como “Gabriel Augusto”, e ainda de acordo com a professora a ameaçou de morte caso ela procurasse a polícia.
Funcionários e professores
De acordo com funcionários e professores a mulher trabalha há oito anos na escola.
Ainda segundo os relatos, o agressor entrou pelo portão de acesso de professores e funcionários e foi até o estacionamento. Lá abordou a professora, que tinha saído da sala de aula para fumar um cigarro.
Depois de registrar a queixa na delegacia, a vítima foi encaminhada para exames no Hospital Pérola Byington.
Por conta do caso de violência sexual a escola suspendeu as aulas nesta segunda-feira (30). Diretores, professores, funcionários e até pais de alunos pretendem tomar providências para aumentar a segurança na escola.
*Com informações da Secretaria de Segurança Pública do Estado de SP e G1

