domingo, 23 janeiro 2022
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Histórias encantadoras

 

Desde o século 19, organizações femininas mobilizaram-se nos Estados Unidos e em vários países da Europa, contra as extensas jornadas de trabalho, que chegavam a 15 horas diárias, e em repulsa aos salários aviltantes que eram pagos às mulheres. O incêndio que dizimou 130 operárias em março de 1911 foi, indiscutivelmente, determinante para que as mulheres passassem a se organizar para garantir mais direitos e respeito.

O primeiro Dia Nacional da Mulher foi celebrado nos Estados Unidos, em maio de 1908, com uma manifestação que contou com a participação de 1500 mulheres. Seguiram-se diversas mobilizações; em 8 de março de 1917 houve um protesto com 90 mil mulheres e em 1921 o 8 de Março passou a ser considerado o Dia Internacional da Mulher.

Desde então, foram inúmeras conquistas, pois por muito tempo sequer direito ao voto as mulheres tinham. Ainda assim, há muito a evoluir na mentalidade das pessoas – e dos homens especialmente. E só se terá pleno êxito quando não se tiver mais nenhuma notícia de feminicídio ou de violência contra a mulher. Nem discriminação de qualquer tipo, sob nenhum pretexto.

A Weekend presta uma homenagem a todas as mulheres, apresentando alguns exemplos de superação, resiliência, de trabalho social, de dedicação…

A advogada Carla Baccan descobriu no Coaching uma forma de ajudar a ressignificar a vida de muitas pessoas. As mulheres fundadoras do Lions Club Guarulhos Maia mobilizam-se por diversas causas sociais. A professora Jane Rossi consegue editar livros com poemas sobre a Paz, escritos por alunos. Também professora, Adê Rocha atua no Rotary Clube e se descobre comunicadora na Taça das Favelas. Malvina Russo promove eventos e multiplica-se em em várias atividades. Ana Maria deixou para trás a loja de alimentos saudáveis e investe na Hipnoterapia. Simone Carleto entende a Arte como instrumento para uma Educação eficaz e agradável. Quatro relatos são de alunas das Faculdades Integradas de Ciências Humanas, Saúde e Educação de Guarulhos: Júlia, Gabrielle, Duda e Laíne, escolhidas pela diretora pedagógica, a professora Magda Martinez Cezar (com elas, na foto). A instituição, cujo campus fica na rua Barão de Mauá, no Centro de Guarulhos, tem preponderante presença feminina e inicia as comemorações pelos 50 anos de atividade.

Agora e em todos os momentos, é imprescindível enaltecer tantas conquistas e vitórias, mostrando que lugar de mulher é onde ela quiser! Parodiando o saudoso Taiguara, “que as mulheres cantem livres sobre os muros e ensinem sonho às que não puderam amar sem dor. E que o passado abra os presentes pro futuro, que não dormiu e preparou o amanhecer”.

Foto: Índio Reis

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