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Ativistas de Guarulhos recebem título de “Doutor Honoris Causa” em Diadema

A Faculdade Febraica/RJ e a Ordem dos Capelães do Brasil promoveram, no dia 13 de abril, na Câmara Municipal Diadema, a cerimônia de outorga do título de Doutores Honoris Causa a 259 personalidades de projeção nacional ou internacional, que tenham contribuído, de modo notável, para o progresso das Ciências, das Letras, Artes ou Cultura em geral e aos que tenham beneficiado de forma significativa à humanidade ou ao país, por indicação privativa e justificada do reitor ao seu Conselho Universitário.

Entre os que foram agraciados com essa honraria, está a guarulhense Céllia da Silva Nascimento, que foi escolhida por seu histórico profissional de realizações culturais no país e exterior, destacando sua atuação nas áreas: Teatro, Cinema e Música. Entre outras atividades a que se tem dedicado, pode-se citar oficinas de teatro e musicalização em comunidades do Rio de Janeiro (Favelas Prazeres, da Maré, Formiga e Final Feliz; na Bahia: Favelas Pernambués, Bairro da Paz e Buracão; em Pernambuco: Favela de Peixinhos; em São Paulo: Favelas Paraisópolis, Capão Redondo, Jardim Ângela; em Guarulhos: Favelas Industrial e São Rafael. Na capoeira, Cellia é atual presidente da Associação Desportiva e Cultural de Capoeira Rosa Baiana, dando sequência ao legado herdado de seu pai, conhecido como Mestre Mirão (em memória). Com parceiros e associados, realiza trabalho voluntário de capoeira, Inclusão digital, aulas de reforço escolar, artesanato e dança afro, entre outras atividades, colaborando em várias comunidades para o bem-estar de pessoas que vivem em situação de vulnerabilidade social.

“O título de Doutor Honoris Causa é a máxima distinção concedida pela relevância de serviços prestados; o título mais importante que um estabelecimento de ensino superior pode conceder a uma personalidade relevante por sua contribuição à humanidade!”, comemora.

Ederson Sousa Alves

 

Outro guarulhense que recebeu o título de Doutor Honoris Causa da Faculdade Febraica/RJ foi Ederson Sousa Alves. Ele explica que essa é a maior honraria concedida por universidades para quem se destaca em sua área de atuação, mas não necessariamente possui graduação ou especialização.

“Estou recebendo esse prêmio pelo trabalho que venho desempenhando em prol de projetos sociais com a capoeira e ginástica com mulheres da melhor idade. Desde o ano 2000, portanto há 24 anos, desenvolvo trabalho com crianças, adolescentes e adultos, tirando-os das drogas e tornando-os cidadãos de bem. Visando proporcionar bem-estar e apoio psicológico, eu senti que meu propósito era representar essas pessoas e é o que venho fazendo incessantemente, de todo coração”, celebra, repartindo a distinção com pessoas que o apoiam nessas iniciativas.

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