Justiça determina suspensão de celebrações religiosas

 

Atendendo pedido do Ministério Público de São Paulo, o juiz Randolfo Ferraz de Campos determinou que o Governo de SP e as prefeituras proíbam cultos, missas e celebrações religiosas, que provoquem aglomerações de pessoas, a partir de segunda-feira, 23.

O pedido se deu a partir de pronunciamento dos líderes da Igreja Universal, Edir Macedo, e da Assembleia de Deus, Silas Malafaia, de que continuariam promovendo cultos normalmente. Depois, Malafaia baixou o tom e disse que não mais faria cultos.


A Procuradoria Geral do Estado esclarece que a suspensão das atividades religiosas não significa fechamento dos templos e igrejas, que podem continuar abertos, porém sem aglomeração de pessoas.

O bispo diocesano de Guarulhos já havia decretado que missas e outras celebrações não fossem realizadas a partir do dia 23.

Embora a determinação não atinja as celebrações deste sábado nem de domingo, é recomendável que as pessoas não frequentem as igrejas, pois assim estarão colaborando para evitar a contaminação em massa pelo coronavírus. Para manifestar a fé não é imprescindível estar presente nas igrejas.